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Eisenkot estabelece quatro condições para coalizão e promete ação imediata no Knesset

Courtroom-sketch editorial illustration of Gadi Eisenkot, Antony Blinken and Benny Gantz shaking hands before United States and Israeli flags in an archival February 2024 diplomatic photograph, rendered in warm ochre and slate-blue pastel strokes. Contextual portrait, not the October 2026 statement.

O presidente do Yashar, Gadi Eisenkot, disse em 31 de outubro que buscará medidas parlamentares imediatas sobre uma investigação do 7 de outubro, o serviço obrigatório e a revogação das leis de reforma do Judiciário. Em uma declaração na noite de sábado, afirmou que pretende usar a maioria do Knesset contrária a Benjamin Netanyahu sem esperar a formação de um novo governo. Eisenkot incluiu entre suas prioridades uma comissão estatal de investigação sobre o 7 de outubro. Também propôs avançar com o serviço obrigatório para todos os cidadãos, aumentar o número de pessoas que servem nas Forças de Defesa de Israel e reforçar o apoio, a compensação e o reconhecimento a quem presta serviço. São medidas que prometeu buscar, e não leis cuja aprovação tenha anunciado. Ele estabeleceu quatro condições para possíveis parceiros de coalizão: reconhecer Israel como um Estado judeu, democrático, liberal e igualitário; comprometer-se com a Declaração de Independência; prever serviço militar, nacional ou civil para todo cidadão israelense; e reconhecer o Hamas como organização terrorista, com o compromisso de destruir suas capacidades militares e de governo em Gaza. Eisenkot disse: “Qualquer deputado do Knesset disposto a assinar esses princípios é um possível parceiro”. Ele defendeu o governo sionista mais amplo possível e pediu que se evitem outra eleição e uma crise política prolongada. Separadamente, Eisenkot disse que Israel não alcançou seus objetivos de guerra. Até que um novo governo tome posse, afirmou, seu apoio a ações militares ficará limitado a ameaças diretas e imediatas que não possam esperar. Sua declaração não anunciou uma data para votação parlamentar das medidas.

Fontes

Fontes secundárias:123

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