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Contagem final em Israel deixa bloco de Netanyahu com 53 cadeiras

Courtroom-sketch editorial illustration of an archival July 2018 exterior view of the Knesset building in Jerusalem behind its metal fence, with shrubs, streetlamps and overhanging tree branches; parliamentary context, not the October 2026 ballot count, rendered in warm ochre and slate-blue pastel strokes.

A Comissão Eleitoral Central de Israel divulgou a distribuição completa de cadeiras da 26ª Knesset na noite de quinta para sexta-feira, após concluir a contagem dos votos em envelopes duplos e as verificações iniciais das seções eleitorais. O bloco da coalizão de saída do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu tem 53 cadeiras, o bloco de oposição 48 e os partidos árabes 19. A distribuição continua sujeita a verificações de integridade e possíveis correções. O Likud conquistou 27 cadeiras, o Yashar 21, o Juntos 12 e a Lista Conjunta 11. Os Democratas e o Ra'am obtiveram 8 cada um; Yisrael Beiteinu, Otzma Yehudit e Judaísmo Unido da Torá ficaram com 7 cada um; Shas e Sionismo Religioso receberam 6 cada um. A participação foi de 77,9%. As autoridades contaram 5.716.665 cédulas, com 5.690.778 votos válidos e 25.887 nulos. A cláusula de barreira era de 3,25%. A comissão verificará novamente os números das seções eleitorais nos próximos dias, corrigirá erros de digitação e transcrição e analisará as manifestações apresentadas pelo público e pelas listas de candidatos. Ressalvadas pequenas correções, os resultados devem ser apresentados ao presidente Isaac Herzog na quarta-feira, 4 de novembro. O diretor interino da comissão, Dean Livne, também abordou a investigação eleitoral paralela, falando em nome do presidente da comissão, o juiz Noam Sohlberg. Livne disse que ela ocorreu após informações de inteligência classificadas fornecidas pelo diretor do Shin Bet e não dizia respeito a um setor específico da população. Com a aprovação de Sohlberg, os principais pontos das informações também foram apresentados a Netanyahu, ao líder da oposição Yair Lapid e ao líder do Yashar Gadi Eisenkot. Ao se referir à investigação, Livne afirmou: “Ela não afetará os resultados finais entregues ao presidente.” As conclusões serão encaminhadas ao presidente da comissão quando a investigação terminar, e as atualizações públicas estarão sujeitas a restrições de segurança.

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