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Liberman teria interrompido contatos com Bennett e Eisenkot após a eleição

Courtroom-sketch editorial illustration of an archival September 2010 portrait of Avigdor Liberman in a dark suit and red tie against the Jerusalem skyline, providing contextual portraiture rather than depicting the October 2026 coalition contacts, rendered in warm ochre and slate-blue pastel strokes.

O presidente do Yisrael Beytenu, Avigdor Liberman, teria deixado de atender às ligações de Naftali Bennett e Gadi Eisenkot em 28 de outubro, um dia após a eleição israelense. Segundo o relato publicado, ele também evitava chamadas de outros parceiros do bloco de oposição, optando por esperar em vez de se comprometer com uma nova iniciativa política. O relato descreveu duas condições que orientam sua posição: ele não participaria de um governo chefiado por Benjamin Netanyahu nem formaria um governo apoiado por partidos árabes. Segundo a informação, Liberman preferiria que Eisenkot desse qualquer passo em direção ao bloco de Netanyahu, em vez de fazê-lo pessoalmente. O relato também afirmou que ele não via possibilidade de substituir o presidente do Knesset com a atual composição parlamentar, embora essa opção estivesse sendo discutida. O relato situou sua decisão no contexto de sua campanha eleitoral. Liberman começou se apresentando como candidato alternativo a primeiro-ministro, mas, nos últimos dias, passou-se a discutir a proteção do apoio a seu partido enquanto Bennett ganhava terreno. A divisão dentro do Likud que ele esperava não havia se concretizado, segundo o relato, que descreveu o Likud como o maior partido parlamentar nos resultados que se delineavam.

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