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Partido Trabalhista da Nova Zelândia promete superávit em 2029/30 e mandato duplo para o Banco da Reserva

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Courtroom-sketch editorial illustration of the Beehive executive wing in Wellington from a 2024 photograph; New Zealand government context, not the reported event.
AI courtroom sketch of the Beehive executive wing in Wellington from a 2024 photograph; New Zealand government context, not the reported event. Adapted from the credited reference. Beehive, Wellington - New Zealand - DSC00141.jpg — Daderot; CC0.

O Partido Trabalhista, na oposição na Nova Zelândia, apresentou em Wellington sua estratégia fiscal eleitoral, prometendo devolver as contas da Coroa ao superávit até 2029/30 pela medida OBEGAL, o resultado operacional antes de ganhos e perdas, que inclui a Corporação de Compensação de Acidentes (ACC). O líder Chris Hipkins e a porta-voz de Finanças, Barbara Edmonds, disseram que os trabalhistas reduzirão a dívida líquida a 20 por cento do PIB ao longo do tempo e manterão as despesas e receitas centrais da Coroa perto de 33 por cento assim que seu imposto sobre ganhos de capital estiver plenamente implementado. O partido também restauraria o mandato duplo do Banco da Reserva sobre emprego e estabilidade de preços, devolveria os relatórios de bem-estar à Lei de Finanças Públicas e criaria um escritório parlamentar de orçamento independente. Edmonds disse que os cálculos detalhados de custos virão depois da atualização fiscal pré-eleitoral.

Fontes

Fontes primárias:1Fontes secundárias:234

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